quinta-feira, 1 de outubro de 2015

o Brasil sedia o "Workshop Regional da América Latina e Caribe sobre Cumprimento das Metas 11 e 12 de Aichi", promovido pela CDB, em Curitiba (PR)

A RPPNM Airumã é citada no workshop como uma das Reservas Particulares que está fazendo a diferença para a preservação da biodiversidade, no caso em área urbana. 







Curitiba (28/9/0215) – Um grande compromisso global: 193 países trabalham para cumprir vinte Metas Globais de Biodiversidade, conhecidas como Metas de Aichi. O objetivo das metas é desenvolver ações concretas que interrompam o desaparecimento de formas de vida, em todo o planeta, até o ano de 2020, quando se encerra a década da biodiversidade
O trabalho é coordenado pela Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) – tratado da Organização das Nações Unidas (ONU) – principal fórum mundial para questões relacionadas ao tema. Para a CDB, é necessário que a biodiversidade seja parte das agendas de governos e sociedades, assumindo que a questão ambiental está diretamente relacionada ao bem-estar humano, aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e à redução da pobreza.
A biodiversidade sustenta o funcionamento dos ecossistemas e dos serviços ambientais (água, alimentos, ar) que eles fornecem. Na Terra, há cerca de 8,7 milhões de espécies (animais, microorganismos, fungos e plantas), estima a ONU. Com vinte por cento de todas as espécies do planeta, o Brasil é principal país megadiverso (ou de maior biodiversidade), entre os 17 países desta categoria.
Reunião no Brasil
Nesta semana (28 a 30/9), o Brasil sedia o "Workshop Regional da América Latina e Caribe sobre Cumprimento das Metas 11 e 12 de Aichi", promovido pela CDB, em Curitiba (PR). No evento, o país é representado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), autarquia responsável pelas Unidades de Conservação federais. Participam do encontro 42 representantes, de 20 países da região.

É Primavera na Reserva Airumã!














Fotos de Maria Cristina Vieira

Ativistas de várias cidades ao redor do mundo defendem as árvores urbanas – para diminuir a poluição, aumentar o valor da terra e até mesmo te rejuvenescer.

http://www.vivafloresta.org/como-as-arvores-urbanas-podem-salvar-nossas-cidades/

6e376d10-940a-4280-b98c-cdc85e38528b-2060x1236
 "...as árvores de rua são estimadas e estão em perigo como nunca – assoladas por doenças e falsos seguros contra sinistros, e por autoridades locais gananciosas que apenas enxergam seus potenciais custos em oposição à sua contribuição para o clima, para a saúde pública e até mesmo para a riqueza de uma cidade. Desde que Roger Ulrich descobriu em 1984 que pacientes aparentam se recuperar mais rapidamente de cirurgias com vistas verdes, um corpo de evidências científicas tem demonstrado os benefícios para a saúde – e para a riqueza – das árvores nas cidades."