domingo, 11 de dezembro de 2016

Fotos Dia de Floresta APAVE "Natureza com Acessibilidade"

Premiação do 4º Concurso APAVE de Fotografia. Nossa gratidão ao Angelo Guimarães Simão pela impecável organização do Concurso! 

Prévia também da inauguração da trilha de acessibilidade na RPPNM Airumã - Reserva Particular do Patrimônio Natural em Curitiba - PR, projetada pelo arquiteto especialista em acessibilidade, Ricardo Mesquita a quem agradecemos, bem como à Renata Garrett Padilha pela coordenação do projeto, à Karina Luiza de Oliveira, ao Mater Natura - Instituto de Estudos Ambientais

Agradecemos a presença de Mackinley Lobato de Souza, da Comissão de Ética do ICMBio, do Instituto Chico Mendes de Brasilia e de Mauro Nardini, Presidente da ADFP - Associação dos Deficientes Físicos do Paraná de Curitiba. 

Nossos agradecimentos também aos patrocinadores do Concurso, à MADEPLAST e a  Fundação SOS Mata Atlântica, pelo apoio na construção da trilha!













Curso de Capacitação em Legislação Ambiental das Guardas Rurais e Defesa Civil da Fazenda Rio Grande na RPPNM Airumã

Fotos do Curso de Capacitação em Legislação Ambiental das Guardas Rurais e Defesa Civil da Fazenda Rio Grande  na RPPNM Airumã. Dia de muito aprendizado e boa convivência. Valeu, Pessoal!








sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Árvores conversam entre si, detectam perigos ao redor e ajudam as plantas mais velhas a se alimentar, garante estudo!





As árvores têm amigos, sentem-se solitárias, gritam de dor e se comunicam por debaixo da terra via woodwide web. É o que afirma o engenheiro florestal Peter Wohlleben, no livro recém-lançado The Hidden Life of Trees (A Vida Oculta das Árvores, em português).
Segundo Wohlleben, algumas árvores agem como pais das outras e como boas vizinhas. Outras fazem mais do que projetar sombras: elas são verdadeiras defensoras contra espécies rivais. As mais novas correm riscos na ingestão de líquidos e na queda das folhas – e então mais tarde se lembram dos erros cometidos.
Certamente, sua próxima caminhada no parque será diferente, se você imaginar que embaixo dos seus pés as raízes das árvores estão crepitando com um bate-papo cheio de energia! O autor acredita que nós não sabemos nem metade do que está acontecendo debaixo da terra e das cascas das árvores: “Nós estamos olhando para a natureza há mais de 100 anos como se ela fosse uma máquina”, argumenta.
A chave para isso, ele acredita, é a chamada woodwide web (numa alusão à rede mundial de computadores, a worldwide web). Quando estão sob ataque, as árvores comunicam sua angústia para as outras a seu redor emitindo sinais elétricos a partir de suas raízes e de redes formadas por fungos (algo que se assemelha ao nosso sistema nervoso). Pelos mesmos meios, elas alimentam árvores atingidas, alimentam algumas mudas (seus “filhos mais amados”) e restringem outras para manter a comunidade forte.
“As árvores podem reconhecer com suas raízes quem são suas amigas, quem são seus familiares e onde estão seus filhos. Elas também podem reconhecer árvores que não são tão bem-vindas”, ele explica. Na análise de Wohlleben, é quase como se as árvores tivessem sentimentos e caráter. “Nós pensamos que as plantas são robóticas, seguindo um código genético. Plantas e árvores sempre têm uma escolha sobre o que fazer. As árvores são capazes de decidir, ter memórias e até mesmo personas diferentes. É possível que existam os mocinhos do bem e os do mau”, completa.

http://thegreenestpost.bol.uol.com.br/as-arvores-conversam-entre-si/

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Árvores em áreas urbanas podem salvar milhares de vidas, mostra estudo!

Um novo estudo, conduzido pela The Nature Conservancy (TNC), maior organização de conservação ambiental do mundo, revela que um investimento de apenas US$ 4 por habitante para plantio de árvores em algumas das maiores cidades do mundo beneficiaria a saúde de dezenas de milhões de pessoas, pela redução da poluição do ar e aquecimento das vias urbanas.




Publicado nesta semana na conferência anual da Associação Americana de Saúde Pública, o estudo “Plantando Ar Puro” (Planting Healthy Air) baseou-se em pesquisas locais bem fundamentadas sobre a limpeza e resfriamento do ar promovidos pelas árvores e aplicou esses dados em escala global, apontando os lugares nos quais um investimento em árvores pode trazer maior impacto à vida das pessoas.
A TNC desenvolveu o estudo em parceria com o Grupo C40 de Grandes Cidades na Liderança Climática, visando fornecer os líderes urbanos com os dados necessários para demonstrar que os investimentos em plantio de árvores podem melhorar a saúde pública em suas cidades.
As cidades têm desafios consideráveis a enfrentar, mas as árvores podem ser uma parte importante da solução.
Poluição
Anualmente, mais de três milhões de pessoas morrem em decorrência dos efeitos do material particulado fino – uma forma de poluição tão diminuta que pode entrar no fluxo sanguíneo e nos pulmões, acarretando doenças respiratórias, cardíacas e derrame. Nas cidades, uma grande parcela dessa poluição resulta da queima de combustíveis fósseis, inclusive pelos motores de automóveis. Árvores podem remover até um quarto do material particulado no raio de algumas centenas de metros e, plantadas no lugar correto, constituem uma barreira muito eficaz que filtra o ar sujo e protege a população local.
Calor
O aquecimento urbano já é o desastre climático mais letal que enfrentamos, e os impactos devem aumentar conforme o clima continua mudando. No verão de 2003, na França, uma onda de calor matou cerca de 11 mil pessoas em uma semana; um número tão exorbitante que o necrotério de Paris não comportou a demanda e os corpos precisaram ser guardados em um hortifrúti. Os mais vulneráveis às ondas mortais de calor são os idosos sem acesso a ar condicionado. Uma árvore pode diminuir a temperatura à sua volta em até 2º C, oferecendo uma proteção contra os impactos das mudanças climáticas.
Quanto custa?
O estudo “Plantando Ar Puro” da TNC revelou que um investimento global de US$ 100 milhões ao ano em plantio de árvores pode oferecer cidades mais frescas a 77 milhões de pessoas, além de decréscimos mensuráveis da poluição por material particulado a 68 milhões de habitantes.
Os centros urbanos com alta densidade demográfica, níveis elevados de poluição e calor e baixo custo no plantio de árvores apresentaram as maiores taxas de retorno sobre o investimento. Países como a Índia, Paquistão e Bangladesh seriam os mais beneficiados. Os dados também mostram os bairros de cada cidade em que se percebe o maior benefício à população a partir desse plantio.
Clique aqui para acessar o estudo completo.
http://ciclovivo.com.br/noticia/arvores-em-areas-urbanas-podem-salvar-milhares-de-vidas-mostra-estudo/

Rosas vermelhas do meu jardim na RPPNM Airumã - Reserva Particular do Patrimônio Natural em Curitiba - PR

Maravilha da Natureza que este ano resolveu desabrochar de uma forma nunca vista! 

Que seja presságio das energias mais positivas!






A Prática Japonesa do "Banho de Floresta"!


Quando a gente passeia na floresta, a gente respira melhor. O aroma das plantas, das madeiras, das frutas e vegetais afetam diretamente nosso sistema imunológico. 
A Nippon Medical School de Tóquio mediu os efeitos na saúde humana e comprovou: banhos de floresta ajudam até na prevenção de câncer. 
A Universidade de Chiba também mediu a pressão sanguínea e o batimento cardíaco e concluiu que todas as medições melhoram. Até para depressão os banhos de floresta são superindicados. 
Precisamos de doses de natureza e experimentar, intuitivamente, o nosso mundo selvagem.
Saiba mais:
“The Japanese practice of ‘forest bathing’ is scientifically proven to improve your health” - https://goo.gl/IO78oc

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

RPPN em Curitiba vai abrir trilha com acessibilidade!

Inauguração está prevista para o dia 26 de novembro. Equipamento permitirá total acesso a pessoas com mobilidade reduzida e deficiências sensoriais



Brasília (21/10/2016) – Estão em fase de conclusão as obras de construção da trilha com acesso a deficientes na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Airumã, em Curitiba (PR). A RPPN tem a supervisão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A previsão é que o equipamento seja inaugurado em 26 de novembro, "dia da Floresta da Apave”, como definiram os integrantes da Associação dos Protetores de Áreas Verdes, a Apave, que fica em Curitiba, no mesmo local da RPPN.

A proprietária da reserva e também presidente da Apave, Terezinha Vareschi, disse que a área externa da trilha foi construída em parte com blocos de concreto intertravados, conhecidos como "pavers". “Eles foram descartados por apresentar pequenos defeitos de fabricação mas isso não os invalidou para nosso objetivo”, explicou ela.

Ainda segundo Terezinha Vareschi, a parte interna do bosque, que é elevada para permitir a passagem de fauna e mínima intervenção na flora, foi executada em "madeira plástica", produzida a partir de resíduos de madeira e de plásticos inservíveis ao reuso humano, transformados em material inerte e resistente ao ataque de fungos e insetos, praticamente eliminando custos de manutenção.

De acordo com a proprietária, a trilha foi planejada e construída rigorosamente dentro dos parâmetros preconizados pela NBR 9050, regra de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), de forma a proporcionar total acesso a pessoas com mobilidade reduzida e com deficiências sensoriais.

Serviço:

A RPPNM Airumã (http://airumaestacaoambiental.blogspot.com.br/) fica na Rua Fredolin Wolf, 3539, Curitiba (PR), onde também está sediada a Apave (Associação dos Protetores de Áreas Verdes, cuja presidente é a dona da reserva, Terezinha Vareschi.


http://www.icmbio.gov.br/portal/ultimas-noticias/20-geral/8439-rppn-em-curitiba-vai-abrir-trilha-com-acessibilidade

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Trilha com Acessibilidade na RPPNM Airumã


A gente sonha e não mede esforços prá que o sonho se torne realidade!!! Finalmente, finalizada a 1ª etapa da passarela suspensa da nossa trilha acessível na Reserva Airumã com materiais doados pela Madeplast que fabrica madeira plástica com materiais sustentáveis.

Graças ao inestimável apoio da Fundação SOS Mata Atlântica, agora, em fase final, a 2ª etapa , a parte com pavers.

Gratidão a todos que propiciaram a realização desta obra que é de todos nós! Em especial ao amigo apaveano arquitetoRicardo Mesquita pelo projeto arquitetônico, ao Luciano Dalcico Carpintaria que não mediu esforços prá nos ajudar, a Pavisul Pavers, à APAVE , à Renata Garrett Padilha pela coordenação do projeto, à ArquitetaArquiteta Ana Carmen Oliveira, Diretora Finaceira da APAVE à Marilua Feitoza Bampi que acreditou no nosso sonho e seu esposo Guilherme Bampi, Diretor Executivo da Madeplast e sua equipe!!!









quinta-feira, 22 de setembro de 2016

SOS Mata Atlântica - Projeto Rede da Águas: Observando Rios em Curitiba

A Fundação SOS Mata Atlântica e a Ypê estão convidando cidadãos e organizações para monitorar a qualidade da água de rios em diversos estados da Mata Atlântica.

Para isso, educadores e especialistas da Fundação estarão nos Estados para apresentar o projeto Observando os Rios e convidar interessados em integrar grupos de monitoramento voluntários que, mensalmente, farão a coleta e a análise da qualidade da água de rios das suas cidades.
Na reunião de apresentação serão explicadas como funciona o projeto e sua metodologia, além de outros dados.
PR (Curitiba)           Apresentação: 6 a 8/out                Capacitação:24 a 29/out

O Observando os Rios é um projeto que reúne comunidades e as mobiliza em torno da qualidade da água de rios, córregos e outros corpos d’água das localidades onde elas vivem. O projeto conta com o patrocínio e parceria da Ypê.
O monitoramento da água de rios é realizada por grupos de moradores em cada região com um kit desenvolvido pelo programa Rede das Águas.
A iniciativa é aberta à população, que pode participar dos grupos de monitoramento já existentes ou ajudar a criar novos grupos em rios próximos a escolas, igrejas e outros centros comunitários.
Periodicamente, os resultados de todos os monitoramentos é reunido. A análise dos resultados compõe o relatório o “Retrato da Qualidade da Água no Brasil”, amplamente divulgado anualmente, em geral no Dia Mundial da Água.


https://www.sosma.org.br/projeto/rede-das-aguas/observando-os-rios/

domingo, 4 de setembro de 2016

Mapeamento inédito mostra retrato mais detalhado sobre a Mata Atlântica de Curitiba

12/08/2016



A Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgam hoje (12/8) dados inéditos sobre a situação da Mata Atlântica em Curitiba, no Paraná.
A partir de uma metodologia que reduz de 3 hectares (ha) para 1 ha (10 mil m²) a área mínima de identificação das imagens captadas por satélite, foi possível produzir um raio-x mais preciso, que inclui fragmentos florestais menores e em estágios iniciais de regeneração. A análise revela que o município tem hoje 3.666 ha, ou 8,6%, de sua Mata Atlântica original.
Com a nova metodologia, mais inclusiva, foi possível considerar também áreas com vegetação de porte florestal que tenham sinais de alteração, como bosqueamento e clareiras, ou que ainda estejam em estágios iniciais de regeneração. “São pontos que, mesmo com menor grau de conservação, ainda exercem um papel importante no processo de proteção do solo e dos recursos hídricos”, explica Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica e coordenadora do Atlas. De acordo com ela, o mapeamento inédito é um presente para a cidade de Curitiba, que estará disponível para a sociedade e pode ajudar no planejamento de políticas de proteção e recuperação da Mata Atlântica.
A diretora observa também que com o detalhamento de 1 ha foi possível identificar áreas de remanescentes florestais nos maiores parques urbanos, que são representativos para fins de planejamento urbano e indispensáveis para melhorar a qualidade de vida das pessoas. “Esperamos que esse mapeamento, por facilitar o entendimento da ocupação do solo, dê suporte à gestão municipal de Curitiba em ações de conservação. Felizmente, a cidade já conta com o Plano Municipal da Mata Atlântica e diversas Reservas Particulares do Patrimônio Natural. Mas é importante que se invista na criação de novas áreas protegidas, corredores ecológicos e na recuperação de áreas estratégicas para a proteção da água”, conclui.

https://www.sosma.org.br/105318/mapeamento-inedito-mostra-retrato-mais-detalhado-sobre-situacao-da-mata-atlantica-municipio-de-curitiba/

Eleições Diretoria e Conselho APAVE 2016-2018 na RPPNM Airumã - Agosto 2016

Composição da Gestão da APAVE 2016-2018 


Diretoria 
Presidente - Terezinha Vareschi 
Vice-Presidente - Carlos Ferreira 
Primeiro Secretário: Luiz H. Giublin 
Segundo Secretário: Dalmer Maffei II 
Primeiro Tesoureiro: Arquiteta Ana Carmen Oliveira
Segundo Tesoureiro: Juliano Barreto Correia

Conselho Consultivo
 Angelo Guimarães Simão, Eurico Borges do Reis, Luis Antonio Idalencio, Roman Rios, Fernando Salino Cortes , Edson Peters, 
Conselho Fiscal 
Alessandro Panasolo, Gheysa Pires, Marcelo Amaral Santana