sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Árvores conversam entre si, detectam perigos ao redor e ajudam as plantas mais velhas a se alimentar, garante estudo!





As árvores têm amigos, sentem-se solitárias, gritam de dor e se comunicam por debaixo da terra via woodwide web. É o que afirma o engenheiro florestal Peter Wohlleben, no livro recém-lançado The Hidden Life of Trees (A Vida Oculta das Árvores, em português).
Segundo Wohlleben, algumas árvores agem como pais das outras e como boas vizinhas. Outras fazem mais do que projetar sombras: elas são verdadeiras defensoras contra espécies rivais. As mais novas correm riscos na ingestão de líquidos e na queda das folhas – e então mais tarde se lembram dos erros cometidos.
Certamente, sua próxima caminhada no parque será diferente, se você imaginar que embaixo dos seus pés as raízes das árvores estão crepitando com um bate-papo cheio de energia! O autor acredita que nós não sabemos nem metade do que está acontecendo debaixo da terra e das cascas das árvores: “Nós estamos olhando para a natureza há mais de 100 anos como se ela fosse uma máquina”, argumenta.
A chave para isso, ele acredita, é a chamada woodwide web (numa alusão à rede mundial de computadores, a worldwide web). Quando estão sob ataque, as árvores comunicam sua angústia para as outras a seu redor emitindo sinais elétricos a partir de suas raízes e de redes formadas por fungos (algo que se assemelha ao nosso sistema nervoso). Pelos mesmos meios, elas alimentam árvores atingidas, alimentam algumas mudas (seus “filhos mais amados”) e restringem outras para manter a comunidade forte.
“As árvores podem reconhecer com suas raízes quem são suas amigas, quem são seus familiares e onde estão seus filhos. Elas também podem reconhecer árvores que não são tão bem-vindas”, ele explica. Na análise de Wohlleben, é quase como se as árvores tivessem sentimentos e caráter. “Nós pensamos que as plantas são robóticas, seguindo um código genético. Plantas e árvores sempre têm uma escolha sobre o que fazer. As árvores são capazes de decidir, ter memórias e até mesmo personas diferentes. É possível que existam os mocinhos do bem e os do mau”, completa.

http://thegreenestpost.bol.uol.com.br/as-arvores-conversam-entre-si/

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Árvores em áreas urbanas podem salvar milhares de vidas, mostra estudo!

Um novo estudo, conduzido pela The Nature Conservancy (TNC), maior organização de conservação ambiental do mundo, revela que um investimento de apenas US$ 4 por habitante para plantio de árvores em algumas das maiores cidades do mundo beneficiaria a saúde de dezenas de milhões de pessoas, pela redução da poluição do ar e aquecimento das vias urbanas.




Publicado nesta semana na conferência anual da Associação Americana de Saúde Pública, o estudo “Plantando Ar Puro” (Planting Healthy Air) baseou-se em pesquisas locais bem fundamentadas sobre a limpeza e resfriamento do ar promovidos pelas árvores e aplicou esses dados em escala global, apontando os lugares nos quais um investimento em árvores pode trazer maior impacto à vida das pessoas.
A TNC desenvolveu o estudo em parceria com o Grupo C40 de Grandes Cidades na Liderança Climática, visando fornecer os líderes urbanos com os dados necessários para demonstrar que os investimentos em plantio de árvores podem melhorar a saúde pública em suas cidades.
As cidades têm desafios consideráveis a enfrentar, mas as árvores podem ser uma parte importante da solução.
Poluição
Anualmente, mais de três milhões de pessoas morrem em decorrência dos efeitos do material particulado fino – uma forma de poluição tão diminuta que pode entrar no fluxo sanguíneo e nos pulmões, acarretando doenças respiratórias, cardíacas e derrame. Nas cidades, uma grande parcela dessa poluição resulta da queima de combustíveis fósseis, inclusive pelos motores de automóveis. Árvores podem remover até um quarto do material particulado no raio de algumas centenas de metros e, plantadas no lugar correto, constituem uma barreira muito eficaz que filtra o ar sujo e protege a população local.
Calor
O aquecimento urbano já é o desastre climático mais letal que enfrentamos, e os impactos devem aumentar conforme o clima continua mudando. No verão de 2003, na França, uma onda de calor matou cerca de 11 mil pessoas em uma semana; um número tão exorbitante que o necrotério de Paris não comportou a demanda e os corpos precisaram ser guardados em um hortifrúti. Os mais vulneráveis às ondas mortais de calor são os idosos sem acesso a ar condicionado. Uma árvore pode diminuir a temperatura à sua volta em até 2º C, oferecendo uma proteção contra os impactos das mudanças climáticas.
Quanto custa?
O estudo “Plantando Ar Puro” da TNC revelou que um investimento global de US$ 100 milhões ao ano em plantio de árvores pode oferecer cidades mais frescas a 77 milhões de pessoas, além de decréscimos mensuráveis da poluição por material particulado a 68 milhões de habitantes.
Os centros urbanos com alta densidade demográfica, níveis elevados de poluição e calor e baixo custo no plantio de árvores apresentaram as maiores taxas de retorno sobre o investimento. Países como a Índia, Paquistão e Bangladesh seriam os mais beneficiados. Os dados também mostram os bairros de cada cidade em que se percebe o maior benefício à população a partir desse plantio.
Clique aqui para acessar o estudo completo.
http://ciclovivo.com.br/noticia/arvores-em-areas-urbanas-podem-salvar-milhares-de-vidas-mostra-estudo/

Rosas vermelhas do meu jardim na RPPNM Airumã - Reserva Particular do Patrimônio Natural em Curitiba - PR

Maravilha da Natureza que este ano resolveu desabrochar de uma forma nunca vista! 

Que seja presságio das energias mais positivas!






A Prática Japonesa do "Banho de Floresta"!


Quando a gente passeia na floresta, a gente respira melhor. O aroma das plantas, das madeiras, das frutas e vegetais afetam diretamente nosso sistema imunológico. 
A Nippon Medical School de Tóquio mediu os efeitos na saúde humana e comprovou: banhos de floresta ajudam até na prevenção de câncer. 
A Universidade de Chiba também mediu a pressão sanguínea e o batimento cardíaco e concluiu que todas as medições melhoram. Até para depressão os banhos de floresta são superindicados. 
Precisamos de doses de natureza e experimentar, intuitivamente, o nosso mundo selvagem.
Saiba mais:
“The Japanese practice of ‘forest bathing’ is scientifically proven to improve your health” - https://goo.gl/IO78oc